| A ESSILOR®
foi pioneira
em lentes progressivas,
quando inventou a Varilux®,
há mais de 40 anos. Este fato constituiu
o maior avanço no campo da compensação
da presbiopia.
Após esta invenção,
a pesquisa Essilor foi constante no sentido
de conseguir lentes de performance superior
e de melhor adaptação.
Progressos a nível de "design"
de superfícies ópticas e
a nível dos processos de produção,
permitiram evoluir
por diferentes gerações
de Varilux®.
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Neste
momento, em sua última geração
- Varilux Panamic - proporciona aos
presbitas soluções visuais
mais
eficazes e confortáveis,
que ampliam os campos de visão
e reduzem os movimentos da cabeça
e dos olhos.
Atualmente, Varilux® é
a lente progressiva mais utilizada
em todo o mundo. Um em cada 3 presbitas
é usuário de Varilux®.
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Além
de compensarem a presbiopia, as lentes
Varilux® podem corrigir simultaneamente
qualquer outra deficiência visual
que lhe eja associada (miopia, hipermetropia,
astigmatismo).
A vasta
gama de lentes Varilux®
e as diversas opções disponíveis,
permitem responder a cada uma das necessidades
individuais dos portadores.
História
das lentes progressivas
Por
que razão as lentes eram pequenas
e redondas?
Simplesmente porque era mais fácil,
no século XIII, conseguir cortar
uma pequena lente sem impurezas numa placa
de vidro. O diâmetro reduzido limitava
as aberrações ópticas.
Por sua vez, a forma redonda, centrada
no olho, facilitava a regulação
das lentes pelo óptico, em caso
de astigmatismo.
Como
surgiu a lente progressiva?
A lenda atribui a Benjamim Franklin a
"invenção", em
1785, da lente bifocal, antecessora das
lentes progressivas, como ele próprio
conta "formando uma única
lente por justaposição de
duas metades de lentes diferentes, uma
para visão de perto e outra para
visão de longe". É
difícil imaginar que ninguém
tenha pensado nisso mais cedo!
Das
lentes simples às progressivas:
a aventura da Varilux®
Paris, o bairro da óptica. Enquanto
na Lissac, René Grandperret desenvolve
o conceito da lente orgânica, Bernard
Maitenaz, jovem licenciado das Artes e
Ofícios e da Escola Superior de
Óptica, ingressa, em 1948, como
engenheiro de projetos na Société
des Lunetiers. Deste encontro entre um
jovem engenheiro de 22 anos e ma empresa
centenária vai nascer a Varilux.
Quando se
teve a idéia de criar uma lente
progressiva?
A idéia nasceu de uma constatação
muito simples, fruto da dupla formação
em óptica e em mecânica de
Bernard Maitenaz. Em mecânica, estudou
formas complexas. Mais tarde, verificou
que, em óptica, se utilizavam naquela
época apenas formas simples (esferas,
toros). Utilizou, então, formas
mais complexas para melhorar o desempenho
das lentes corretoras. O projeto de uma
lente progressiva era seu hobby, pessoal,
dedicando noites e finais de semana a
ele.
Em 1951,
Maitenaz registra a patente do resultado
de suas primeiras pesquisas sobre a geração
das superfícies progressivas.
Em 1955,
já era capaz de apresentar um conjunto
coerente de cálculo e de fabricação
à Société des Lunetiers.
Assim foi registrada a primeira patente,
para o projeto de fabricação
da lente.
Qual
foi a primeira etapa para fabricação
da lente progressiva?
Inicialmente foram, sobretudo, cálculos,
imensos cálculos. Logo a seguir,
foi necessário pensar na cineática
das máquinas para a realização
destas superfícies completamente
novas. Passar da lente unifocal para a
progressiva representou uma ruptura total,
dado que os processos de cálculo
e de realização e ainda
os meios de controle então utilizados
não eram de todo aplicáveis.
Foi necessário repensar tudo.
A idéia inicial
era obter uma variação progressiva
de potência apenas num dos lados
da lente, utilizando soluções
mecanicamente acessíveis. Para
fazer variar o raio de curvatura, a primeira
idéia foi empregar a cinemática
desenvolvida pelo matemático Savary.
O
registro da patente, a criação
de uma equipe de pesquisa fazem as coisas
andarem melhor...
A patente demonstrou a viabilidade da
nova lente, mas era ainda muito imperfeita.
Experimentou-se diferentes geometrias
de rebolos, as melhorias foram inquestionáveis,
mas ainda insuficientes. Para progredir
era necessário imaginar uma máquina
suficientemente flexível para realizar
todos os tipos de superfície, mas
suficientemente rigorosa para não
a trair. Assim, o método de "geração
por curva" foi substituído
pelo de "geração por
ponto", que ainda hoje é utilizado.
Iniciando
a fabricação...
Para gerar um dioptro, calcula-se a penetração
do rebolo para 5.000 pontos distribuídos
pela superfície e proceder, em
seguida, a 5.000 operações.
As superfícies assim obtidas apresentam
numerosas pequenas facetas justapostas,
que lhes dão um aspecto ligeiramente
martelado. Para obter a superfície
óptica desejada, é necessário
eliminar estas facetas, através
de um polimento muito suave, sem alterar
a geometria original. Com esta máquina,
foi possível realizar superfícies
correspondentes a qualquer equação
matemática e ainda superfícies
que calculadas por método gráfico
original.
E
tornando a industrial...
Esta primeira máquina gerava superfícies,
contudo não as duplicava. Inventou-se,
então, uma espécie de máquina
de copiar e, três dimensões
que, finalmente, tornou-se uma máquina
de grande precisão. Em seguida
criou-se máquinas para polir estas
superfícies atípicas. Em
1958 foi concluída a primeira unidade
de produção semi-industrial
e Varilux foi apresentada aos ópticos.
Era
ainda necessário aperfeiçoar
a superfície...
As aberrações e distorções
laterais eram ainda excessivas. O processo
foi sendo aprimorado e em 1972 lançou-se
Varilux 2.
Em 1959, após muitos aperfeiçoamentos
e infra-estrutura de produção,
foi lançada em Paris, por ocasião
do Congresso Internacional dos Ópticos.
Contudo, muitos acharam um contra-senso,
pois uma superfície desse tipo
implicava em defeitos de astigmatismo
considerados inaceitáveis. Tanto
foi assim que, no final de 1960, havia-se
vendido somente 30.000 lentes.
As
dificuldades no mercado...
Além do novo conceito, havia um
enorme problema de montagem das lentes
pelos ópticos. Uma lente bifocal
pode ser montada de um modo aproximado.
Mas uma progressiva deve ser montada considerando
milímetros. Este ponto foi demonstrado
aos ópticos e a partir daí
foram desenvolvidos aparelhos especiais,
como o pupilômetro (inserir box
explicativo do produto), em 1961, e posteriormente
o Centromatic.
Evolução
constante...
No fim de 1969 untrapassou-se a cada de
2 milhões de venda e, em 1972,
a dos 5 milhões. Varilux é
finalmente reconhecida.
Com mais pesquisas foram lançadas
as lentes Varilux
Expert e, em 1993, Varilux
Comfort. Nenhuma lente
progressiva aliava as vantagens das lentes
de tipo "duro" (amplo campo
para a visão de perto) e do tipo
"suave" (boa visão periférica).
Varilux é, então, a lente
mais vendida no mundo.
Em 2000, a Essilor aprimorou ainda mais
o melhor produto e revolucionou o mercado:
lançou Varilux
Panamic. É a primeira
lente que oferece total liberdade de visão
e desenvolvida a partir de observação
e incansáveis testes com usuários.
Os seus dois
trunfos fundamentais, campos
visuais mais amplos e
adaptação
inigualável, respondem
às expectativas principais dos
presbitas e acabam com os últimos
obstáculos na adoção
de lentes progressivas.
Com Varilux
Panamic a visão
é global, seja qual for a direção
do olhar com:
Visão periférica mais ampla;
Visão binocular equilibrada;
Visão central otimizada. |